<br />
<b>Notice</b>:  Undefined variable: paroquias in <b>/home/s4o5ebts8abr/public_html/wp-content/themes/saosebastiaofabriciano/json.php</b> on line <b>836</b><br />
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A paróquia faz parte da Diocese de Itabira-Cel. Fabriciano, estando situada na Região Pastoral III. Tem como igreja mãe a Igreja Matriz de São Sebastião e seu território abriga a co-catedral de São Sebastião, que é a cossede diocesana.\r\n\r\nSeu processo de emancipação teve início a pedido de Dom Helvécio Gomes de Oliveira, arcebispo de Mariana, em 1942, sendo criada em 15 de agosto de 1948. No entanto, a devoção ao padroeiro São Sebastião remonta ao final da década de 1920, quando houve a construção da primeira igreja do então povoado do Calado, que corresponde ao atual Centro de Fabriciano. Desde sua instalação, a paróquia é dirigida pela Congregação dos Missionários Redentoristas.\r\n\r\nSua atuação extrapola a administração da Igreja Católica nas comunidades as quais a integram, mantendo também programas e projetos visando tanto ao combate à desigualdade social quanto à defesa dos direitos sociais e básicos, por meio de suas pastorais sociais, além do fomento à manutenção de eventos e tradições religiosas locais.\r\n\r\n<strong>Origens</strong>\r\n\r\n<img class=\"wp-image-1867 size-full\" src=\"https://saosebastiaofabriciano.com.br/wp-content/uploads/2020/01/170px-fachada_da_capela_nossa_senhora_auxiliadora_do_hospital_dr-_jose_maria_morais_coronel_fabriciano_mg.jpg\" alt=\"\" width=\"170\" height=\"227\" />\r\nA Capela Nossa Senhora Auxiliadora (1938), no Hospital Dr. José Maria Morais, é a igreja mais antiga da paróquia ainda existente.\r\n\r\nO primeiro religioso a atuar regularmente em Coronel Fabriciano foi o padre Francisco Dias Fonseca, vulgo padre Chico. Como vigário de Jaguaraçu, visitou os povoados do Calado (atual região do Centro de Fabriciano) e Santo Antônio de Piracicaba (atual Melo Viana) mensalmente a partir de 1923. Nessas ocasiões ocorriam missas, batizados, unção de enfermos e confissões. Ele foi o responsável pela construção da primeira igreja do Calado, ocorrida em 1929. O templo estava situado onde hoje se encontra o Salão Paroquial, próximo à atual Igreja Matriz.\r\n\r\nA construção da igreja no povoado, que se desenvolvia ao redor do complexo da Estação do Calado, consolidou as celebrações e primeiras manifestações religiosas católicas da comunidade local, dedicada a São Sebastião em honra à devoção dos residentes. Na ocasião, o comerciante Rotildino Avelino encomendou do Rio de Janeiro uma imagem do mártir, mais tarde entronada no altar-mor, dando origem às primeiras comemorações em homenagem ao orago. Foi ele quem influenciou o padre Francisco Dias a escolher São Sebastião como padroeiro. As atividades e celebrações estavam subordinadas à Paróquia Nossa Senhora de Nazaré, sediada em Antônio Dias.\r\n\r\n<strong>Emancipação</strong>\r\n\r\nO impulso populacional e estrutural da região do atual Centro de Fabriciano se deveu a princípio à instalação do complexo industrial da Belgo-Mineira em 1936 e da Acesita em 1944. Em 1938, chegou à localidade o cônego Domingos Martins, que foi o primeiro sacerdote a residir fixamente no povoamento a fim de atuar como capelão do Hospital da Belgo-Mineira (atual Hospital Doutor José Maria Morais). As celebrações ocorriam tanto na capela do hospital (Capela Nossa Senhora Auxiliadora) quanto na antiga igreja. Paralelamente iniciou-se a prática regular das manifestações da missa da quarta-feira de cinzas (1939), Coroação de Maria (1939), celebrações da Semana Santa (1946) e procissões e montagens dos tapetes de Corpus Christi (1946). Em 1942, Domingos Martins foi substituído pelo padre Alípio Martins Pinheiro, que deu início ao processo de emancipação da comunidade a pedido de Dom Helvécio Gomes de Oliveira, arcebispo de Mariana.\r\n\r\nEm 1946, padre Alípio foi substituído pelo padre Deolindo Coelho, que manteve os trâmites para a criação da paróquia. Nesse mesmo ano foi iniciada a construção de uma nova igreja, em substituição à antiga, que se encontrava prestes a ruir. Posteriormente, após a vinda da Congregação dos Missionários Redentoristas, a Paróquia São Sebastião foi criada em 15 de agosto de 1948, marcando a instalação da primeira instituição religiosa sediada na atual Região Metropolitana do Vale do Aço. A data foi escolhida pelo próprio Dom Helvécio por ser dia da Assunção de Maria. O arcebispo ajudou nos preparativos para a cerimônia festiva, vindo de João Monlevade pela EFVM com quatro dias de antecedência. Na manhã fria e ensolarada daquele dia 15 de agosto, um domingo, Dom Helvécio celebrou uma missa no pátio da atual Igreja Matriz de São Sebastião, que ainda estava em construção, tendo comparecido autoridades políticas e religiosas locais. Foi concedida a administração aos Missionários Redentoristas e nomeado padre José Gonçalves da Costa como pároco, sob auxílio do padre André Van Der Arendt. Em seguida foi realizado um almoço aos religiosos e convidados na Casa de Campo e, no fim do dia, uma procissão em honra à Nossa Senhora.\r\n\r\n<strong>Consolidação</strong>\r\n\r\n<img class=\"wp-image-1869 size-medium\" src=\"https://saosebastiaofabriciano.com.br/wp-content/uploads/2020/01/800px-entrada_da_sede_da_radio_educadora_coronel_fabriciano_mg-350x233.jpg\" alt=\"\" width=\"350\" height=\"233\" />\r\nSede da Rádio Educadora, primeira emissora de rádio do Vale do Aço, criada pelos Redentoristas em 1968.\r\n\r\nCoronel Fabriciano foi emancipada de Antônio Dias em 27 de dezembro de 1948, com padre Deolindo Coelho na liderança da comissão pró-emancipação. Foi o religioso quem viajou de trem até Belo Horizonte a fim de provar aos deputados estaduais que o município possuía o mínimo de habitantes exigido para que pudesse se emancipar, incorporando à contagem os registros de batizados da igreja, por sugestão do então deputado Tancredo Neves. A antiga igreja da cidade desabou após uma forte chuva em 10 de janeiro de 1949. A imagem de São Sebastião do templo foi resgatada intacta pelo próprio Rotildino Avelino, que a doara em 1929, permanecendo preservada pela família desde então, e uma segunda imagem foi doada por Rotildino para a nova igreja. Em agosto de 1949, houve a inauguração da Igreja Matriz de São Sebastião.\r\n\r\nNo local da igreja que desabou foi construído o Salão Paroquial, palco de atividades e eventos da paróquia e da cidade, inaugurado em 26 de setembro de 1959. A Casa Paroquial, Residência dos Missionários Redentoristas no município, foi erguida em frente à Matriz e ao lado do Salão Paroquial, tendo sido inaugurada pelo então vigário padre Quintiliano Borges em 1966. A edificação também serviu como sede da Rádio Educadora até 1996, quando foram construídas as atuais dependências da emissora. A Rádio Educadora, por sua vez, foi criada em 1968 pelos Redentoristas como primeira emissora de rádio da região.\r\n\r\n<img class=\"wp-image-1871 size-medium\" src=\"https://saosebastiaofabriciano.com.br/wp-content/uploads/2020/01/fachada_e_lateral_da_catedral_sao_sebastiao_apos_pintura_coronel_fabriciano_mg-311x233.jpg\" alt=\"\" width=\"311\" height=\"233\" />\r\nA Catedral de São Sebastião, cossede diocesana em território da paróquia, consagrada em 1993.\r\n\r\nDa Paróquia São Sebastião foram desmembradas as paróquias Nossa Senhora da Esperança, a representar o então distrito de Ipatinga em 1960, e São José e São Sebastião, no então distrito de Timóteo em 1959 e 1963, respectivamente. A Paróquia Santo Antônio, desmembrada em 20 de janeiro de 1963, passou a corresponder ao distrito Senador Melo Viana e à zona rural municipal. Esses desmembramentos ocorreram após o crescimento das respectivas comunidades, dando maior autonomia às cidades vizinhas e aos bairros mais afastados.\r\n\r\nDom Lélis Lara, nomeado pároco em 14 de fevereiro de 1971, foi o responsável por reformas na Igreja Matriz e nas décadas seguintes atuou em diversas frentes comunitárias em Coronel Fabriciano, como na direção da Rádio Educadora, Grupo de Escoteiros e projetos sociais. Sua consagração episcopal, recebida em 2 de fevereiro de 1977, foi celebrada em cerimônia presidida no pátio do Colégio Angélica. Evitou o fechamento do atual Unileste no começo da década de 90 e, já como bispo-emérito, do Colégio Angélica em 2016. Sua morte em 8 de dezembro de 2016, aos 90 anos de idade, causou forte comoção dentro e fora da cidade.\r\n\r\nEm 1º de junho de 1979, Coronel Fabriciano foi declarada como co-sede da até então Diocese de Itabira, que se transformou na Diocese de Itabira-Fabriciano, atribuindo assim a função de co-catedral à Igreja Matriz. No entanto, a construção de um templo maior foi necessária devido às lotações. Dessa forma, em 4 de julho de 1993, houve a inauguração da Catedral de São Sebastião no bairro Santa Helena, que desde então configura-se como co-catedral diocesana. A imagem de São Sebastião da catedral foi uma doação de José Avelino Barbosa, filho de Rotildino Avelino, que doara as imagens da primeira igreja da cidade e da Igreja Matriz.\r\n\r\n<strong>Administração e atuação social</strong>\r\n\r\n<img class=\"wp-image-1876 size-medium\" src=\"https://saosebastiaofabriciano.com.br/wp-content/uploads/2020/01/residencia_dos_missionarios_redentoristas_de_coronel_fabriciano_mg-350x233.jpg\" alt=\"\" width=\"350\" height=\"233\" />\r\nResidência dos Missionários Redentoristas de Coronel Fabriciano\r\n\r\nA Paróquia São Sebastião é administrada pela Congregação dos Missionários Redentoristas, ordem religiosa masculina fundada por Santo Afonso em 1732 e que se estabeleceu em Coronel Fabriciano em 7 de agosto de 1948. Os conselhos Administrativo Paroquial e de Obras, a Pastoral das Comunidades e a Pastoral Paroquial mantêm a articulação interna em seus campos de atuação. A Residência dos Missionários Redentoristas de Coronel Fabriciano, inaugurada em 1966, representa a sede da circunscrição e serve como residência para os padres e para os seminaristas da Congregação após a conclusão do curso de filosofia, que assumem posições de auxílio na paróquia durante um ano em uma espécie de adaptação ao cargo eclesiástico e ao contato com o público antes de serem encaminhados ao noviciado. Abriga também uma biblioteca e um arquivo com todos os livros de registros de batizados, casamentos, falecimentos e atas locais.\r\n\r\nTodos os dias, um padre fornece atendimento espiritual aos fiéis na Casa Paroquial, após a realização de uma missa na Igreja Matriz nas primeiras horas da manhã. Outro se disponibiliza para atendimento externo, como para unção dos enfermos, enquanto que os demais se concentram em serviços e visitas nas comunidades. A maior parte dos serviços comunitários está associada às atividades das pastorais sociais, auxiliadas pela diocese, a exemplo da presença da Sociedade de São Vicente de Paulo, Pastoral da Criança, Pastoral do Menor, Pastoral da Saúde, Catequese, Grupos de Reflexão, Pastoral da Juventude e Pastoral do Batismo, cada uma visando a atuar em suas respectivas áreas em integração com as comunidades. A Rádio Educadora, primeira emissora de rádio do Vale do Aço, é mantida pelos Redentoristas por meio da Fundação Santo Afonso.\r\n\r\n<strong>Cultura</strong>\r\n\r\n<img class=\"wp-image-1877 size-medium\" src=\"https://saosebastiaofabriciano.com.br/wp-content/uploads/2020/01/procissao_de_corpus_christi_2015_da_paroquia_sao_sebastiao_coronel_fabriciano_mg2-311x233.jpg\" alt=\"\" width=\"311\" height=\"233\" />\r\nProcissão de Corpus Christi da Paróquia São Sebastião no bairro dos Professores\r\n\r\nA paróquia é a responsável pela manutenção de tradições religiosas que configuram-se como principais eventos e manifestações culturais do município. Destacam-se a Festa de São Sebastião, padroeiro municipal, juntamente ao aniversário da cidade, em janeiro; a Semana Santa, quando são organizadas procissões e encenações, sendo mantidos rituais, vestes e indumentárias da década de 1940; o Corpus Christi, com tapetes de serragem colorida confeccionados nas ruas dos bairros Santa Helena e Professores, cujas origens também remontam à década de 40; e as comemorações do aniversário da paróquia juntamente à semana da família, em agosto, com missas especiais e apresentações culturais. As festas juninas também se fazem presentes nas comunidades, a exemplo do Arraiá do Bastião, que ocorre próximo à Catedral, com apresentações de quadrilha e comercialização e consumo de comidas típicas em barraquinhas. No período do Natal, também realizam-se atividades especiais.\r\n\r\nTanto a Catedral de São Sebastião quanto a Igreja Matriz apresentam-se como principais marcos do município. O Salão Paroquial Dom Lélis Lara (antigo Salão Paroquial São José), inaugurado em 1959 e situado ao lado da Residência dos Redentoristas, abriga atividades pastorais e sociais da paróquia, tendo sido utilizado como anexo da Escola Estadual Professor Pedro Calmon, Tribunal de Justiça durante reformas no Fórum (1978) e sede provisória da Câmara Municipal (1989). Seu projeto é de autoria de Wilmar Krantz, de Timóteo, e as obras foram administradas pelo comerciante João Sotero Bragança aos olhares do então pároco padre Joaquim Silveira. Cabe ressaltar que boa parte das construções religiosas das comunidades, a exemplo da Catedral e do Salão Paroquial, foram custeadas com doações dos próprios fiéis e a realização de leilões, sorteios, espetáculos musicais e comércio em barraquinhas. Na década de 90, bens remanescentes à circunscrição, como a Igreja Matriz, o Salão Paroquial e a Festa de Corpus Christi, foram tombados como patrimônio cultural de Coronel Fabriciano.\r\n\r\n[gallery columns=\"4\" size=\"medium\" ids=\"1879,1880,1881,1883\"]\r\n\r\n<strong>Bibliografia\r\n</strong>Secretaria Municipal de Educação e Cultura (SMEC) - Coronel Fabriciano/MG. (dezembro de 2013).\r\n\r\n<a class=\"external text\" href=\"http://web.archive.org/web/20140924045018/http://www.fabriciano.mg.gov.br/salvar_arquivo.aspx?cdLocal=2&amp;arquivo=%7BDDA36C4E-EEB2-51DC-ED60-ACA3CEDE2DDE%7D.pdf\" rel=\"nofollow\">«Bens inventariados no município de Coronel Fabriciano»</a> (PDF). Prefeitura.\r\n<b>1</b><span class=\"reference-accessdate\">. Consultado em 21 de novembro de 2014</span>. Arquivado do <a class=\"external text\" href=\"http://www.fabriciano.mg.gov.br/salvar_arquivo.aspx?cdLocal=2&amp;arquivo=%7BDDA36C4E-EEB2-51DC-ED60-ACA3CEDE2DDE%7D.pdf\" rel=\"nofollow\">original</a> (PDF) em 24 de setembro de 2014\r\n\r\n&nbsp;"},"clero":[{"nome":"Dom Marco Aurélio Gubiotti","cargo":"Bispo da Diocese de Itabira - Cel. Fabriciano | MG","imagem":"https://saosebastiaofabriciano.com.br/wp-content/uploads/2019/02/Dom-Marco-Aurelio-Gubiotii-427x600-427x600.jpg","descricao":"A Santa Sé e a Conferência Episcopal Brasileira, informaram que o Papa Bento nomeou o monsenhor Marco Aurélio Gubiotti como bispo no dia 21 de fevereiro de 2013.\r\n\r\nMonsenhor Marco Aurélio Bubiotti é mineiro de Ouro Fino (MG), e tem 49 anos de idade.\r\n\r\nDom Marco Aurélio, bispo-eleito de Itabira-Coronel Fabriciano, cursou filosofia no Seminário Arquidiocesano de Pouso Alegre, e a teologia no Instituto Teológico Sagrado Coração de Jesus, em Taubaté (SP). Foi ordenado presbítero em 1989, e exerceu a missão paroquial nas cidades de Brasópolis, Jacutinga, Tocos do Mogi, Bela Vista e Santa Rita do Sapucaí. Obteve o título de Mestre em Estudos Bíblicos pela Faculdade Nossa Senhora da Assunção, de São Paulo (SP).\r\n\r\nColaborou com a formação no Seminário Arquidiocesano de Pouso Alegre e foi diretor do Instituto Teológico Interdiocesano São José (2000 a 2005) e da Faculdade Católica de Pouso Alegre (2006 a 2009). Atualmente, padre Marco Aurélio era pároco da Paróquia Nossa Senhora de Fátima, em Pouso Alegre."},{"nome":"Pe. José Cláudio Teixeira, C.Ss.R.","cargo":"Pároco","imagem":"https://saosebastiaofabriciano.com.br/wp-content/uploads/2024/05/pe-claudio.jpg","descricao":"<strong>Data de Nascimento:</strong>\r\n18/01/1966\r\n<strong>Profissão Religiosa</strong>:\r\n08/12/1994\r\n<strong>Ordenação Diaconal:</strong>\r\n18/04/1998\r\n<strong>Ordenação Sacerdotal:</strong>\r\n28/11/1998\r\n<strong>Bispo Ordenante:</strong>\r\nDom Lelis Lara"},{"nome":"Pe. José Wilker Rosário Nunes, C.Ss.R.","cargo":"Vigário Paroquial","imagem":"https://saosebastiaofabriciano.com.br/wp-content/uploads/2020/01/padre-wilker.jpg","descricao":"<strong>Nascimento:\r\n</strong>05/04/1974\r\n\r\n<strong>Profissão Religiosa:\r\n</strong> 08/12/2002\r\n\r\n<strong>Ordenação:\r\n</strong>21/04/2007"},{"nome":"Pe. 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Argemiro Herculano de Melo","cargo":"Ecônomo","imagem":"https://saosebastiaofabriciano.com.br/wp-content/uploads/2024/05/ir-argemiro.jpg","descricao":"<strong>Nascimento:\r\n</strong>12/02/1957\r\n<strong>Profissão Religiosa:\r\n</strong>08/12/1993"}],"palavra_do_paroco":[],"paroquias":null,"noticias":[{"id":12418,"titulo":"Eucaristia e Missão","descricao":"&nbsp;\r\n\r\nA Eucaristia é o mistério central da vida da Igreja; é o coração dela e a essência de todo culto e oração. Ela \"foi querida pelo próprio Cristo, e entregue à Igreja. Na véspera da Paixão, estando à mesa com seus discípulos, Ele quis torná-los virtualmente partícipes de sua Páscoa, instituindo a Eucaristia como memorial de sua morte e ressurreição, e mandou celebrá-la até sua volta gloriosa, dizendo: ‘Tomai e comei. Este é meu corpo que é entregue por vós. Fazei isto em memória de mim’ (Lc 22,20)\" (Documento-Base do Jubileu 2000: Pão da Vida Nova).\r\n\r\nA Eucaristia é a própria vida da Igreja e do mundo inteiro. \"O pão que eu vos darei é minha carne para a vida do mundo\" (Jo 6,51). <em>\"A Igreja vive da Eucaristia\" (</em>EE 1). Ela tem papel preponderante e determinante no desenvolvimento da Igreja, porque forma, faz e constrói a Igreja de Cristo. Ela é o mistério central da Igreja, \"fonte e ápice da vida cristã\" (LG 11). Desde os inícios, \"a fração do pão\" foi considerada como a característica primordial da vida da comunidade cristã primitiva: \"Frequentavam assiduamente os ensinamentos, a convivência, a fração do pão e as orações\" (At 2,42).\r\n\r\n<em>A Igreja nasce da Eucaristia, e dela vive e cresce.</em> São João Paulo II, em sua Encíclica <em>Ecclesia de Eucharistia</em> (EE), escreveu: \"A Igreja nasce do mistério pascal. Exatamente por isto, a Eucaristia, que é o sacramento por excelência do mistério pascal, está no centro da vida eclesial\" (EE 3). E continua: \"Conscientes de que ‘a Igreja faz a Eucaristia, e a Eucaristia faz a Igreja’, desde sempre, a comunidade cristã celebra o memorial da Páscoa de Cristo como fonte e ápice de sua própria identidade e Missão. Por tal motivo, reunir-se juntos, cada domingo, em nome do Senhor, para se alimentar à mesa da Palavra e do Pão da Vida, é obedecer ao desejo que Cristo manifestou na vigília de sua Paixão\". A Eucaristia \"é o centro do processo do crescimento da Igreja\" (EE 21). Não se pode ser cristãos e desobedecer ao mandado de Cristo: ‘Fazei isto em memória de mim’\".\r\n\r\n<em>Santo Inácio de Antioquia dizia: \"A unidade da Igreja expressa-se ao redor do altar, quando a comunidade dos irmãos está reunida. Não frequentar esta reunião significa separar-se da Igreja, e, por isto, separar-se de Deus.\"</em>\r\n\r\nAinda na instituição da Eucaristia, Jesus afirma que o seu sangue \"é derramado por uma multidão, para o perdão dos pecados\" (Mt 26,28), e que veio, não para ser servido, \"mas para servir e dar sua vida como resgate de uma multidão\" (Mt 20,28), proclamando abertamente que o amor de Cristo, que se entrega, é um amor sem barreiras, sem fronteiras, sem discriminação de pessoas, mas aberto a todos, derrubando todo muro de separação, para criar em si mesmo um só homem novo (cf. Ef 2,14-18).\r\n\r\nA Eucaristia não pode acabar. A partir da celebração do memorial eucarístico, a comunidade (a Igreja) sente-se enviada a toda essa multidão pela qual Cristo derramou seu sangue, para ser \"sacramento universal de salvação\" (LG 48), e, portanto, \"levar o anúncio do Evangelho a todos os homens\" (GS 40).\r\n\r\nA Eucaristia aparece nos evangelhos e na vida da Igreja primitiva como o coração da Missão e o fundamento do envio missionário, porque é o ápice de toda obra evangelizadora e de implantação do Reino de Deus entre os homens, e, ao mesmo tempo, o ponto de chegada de toda Missão da Igreja, porque é a expressão mais alta da evangelização e da chegada do Reino de Deus entre nós\r\n\r\nToda missão evangelizadora tem com finalidade implantar o Reino de Deus, e a Eucaristia é o ápice de toda evangelização, porque é o sinal por excelência da descida de Deus entre nós, implantando seu Reino de amor e de paz. Partir o pão da Vida significará sempre para a Igreja ajudar quem não conhece o Evangelho a abrir-se ao dom da fé, e a quem se afastou dela a redescobrir a felicidade da comunhão com Cristo Salvador.\r\n\r\nCom efeito, toda Eucaristia conclui com o mandado missionário que Cristo transmitiu a seus discípulos na noite de sua ressurreição: \"Ide\". O Missal Romano acrescentou outras expressões de envio: \"Anunciai o Evangelho com o testemunho de vossas vidas: podeis ir em paz\"; \"A alegria do Senhor seja a vossa força\"; \"Ide levar a todos a alegria do Cristo Ressuscitado\" e \"Podeis ir em paz\". Os discípulos de Emaús, depois de o terem reconhecido ao partir o pão, voltaram sem titubear a Jerusalém, testemunhas deste evento maravilhoso (cf. Lc 24,23). De igual modo, o cristão, testemunha do que viu, como fermento do mundo, rico dos tesouros recebidos, é chamado à Missão nos lugares onde Deus o chama a viver e a ir pelo mundo inteiro.\r\n\r\nPodemos assim concluir que a Eucaristia sempre será o ponto de chegada de toda Missão da Igreja, porque ela é o ápice de toda Missão evangelizadora e de implantação do Reino de Deus; e o modo com o qual a comunidade cristã celebrar a Ceia Pascal será o sinal e o paradigma de como terá chegado o Reino de Deus em tal comunidade.\r\n\r\nFazer memória de Cristo não será então só \"torná-lo presente sacramentalmente, mas também fazê-lo presente por meio do compromisso de uma vida nova, com a obrigação de ‘anunciá-lo a todo o mundo, até que Ele venha’\" (1Cor 11,24), revivendo seu mistério pascal, que Ele nos deixou para propor a todos os homens, os quais têm o direito de conhecer o mistério e a riqueza de Cristo, para dar sua adesão a Ele e encontrar n’Ele sua plenitude.\r\n\r\nFazer memória de Cristo significará seguir suas pegadas, viver para Deus, construir seu Reino, derrubar a barreira da divisão, criar felicidade, viver no amor, construir um mundo novo de paz e fraternidade.\r\n\r\nPara concluir: a Eucaristia que não aquece o nosso coração como a dos discípulos de Emaús, e não nos impele para a Missão para anunciar Cristo Ressuscitado, expressa claramente que não participamos dela e não a vivemos em profundidade.","imagem":"https://saosebastiaofabriciano.com.br/wp-content/uploads/2023/03/eucaristia-e1679346443837.png","data_hora":"2023-03-20 18:11","categoria":"Formação"},{"id":12392,"titulo":"O Ministério de Leitor – algumas dicas práticas","descricao":"<p style=\"text-align: justify;\"></p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">A leitura dos textos bíblicos é diferente da leitura pública corrente. É que o leitor não diz a sua palavra, mas a de  Deus. A Liturgia da Palavra é uma celebração. É necessário, pois, que se note que celebramos a Palavra, como depois celebramos a Eucaristia.</p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">Assim, não é nem um momento de leituras atropeladas que se colocam antes da homilia e da celebração eucarística; nem uma reunião de instrução ou de discussão que, depois, concluirá com os ritos eucarísticos (que ficarão, assim, desvalorizados, porque não são tão “instrutivos”).</p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">O ministério de leitor é um serviço importante dentro da assembleia. Os que o realizam devem estar conscientes disso e viver a alegria e, ao mesmo tempo, a responsabilidade de ser os que tornarão possível que a assembleia receba e celebre aquela Palavra com a qual Deus fala aos seus fiéis, aqueles textos que são como que textos constituintes da fé.</p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O serviço do leitor na liturgia</strong></p>\r\n\r\n<ol style=\"text-align: justify;\">\r\n \t<li><strong> Preparar a leitura</strong></li>\r\n</ol>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">Compreender o sentido do texto, captar a sua estrutura, as suas articulações, os seus pontos mais altos, a sua vivacidade.</p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>– Quem fala no texto? A quem fala? Sobre quê? Com que finalidade? O que sentem as personagens que aparecem no texto? Há palavras difíceis de compreender? Que significam?</em></p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">Ver que entoação se deve dar a cada frase, quais são as frases que se devem ressaltar, onde estão os pontos e as vírgulas, qual a pontuação do texto.</p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>– Quais as palavras mais importantes e as expressões ou frases principais que importa sublinhar? Qual o tom de voz (ou tons de voz) adequado ao texto? Qual o ritmo (as acentuações, os encadeamentos) e o movimento (acelerado, rápido, espaçado, lento) que se deve usar, no texto ou nas partes?</em></p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">Ler o texto em voz alta para si mesmo.</p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>– Ler o texto antes, em voz alta e várias vezes, com exercícios parcelares e com o texto completo. Articular e pronunciar bem cada palavra e cada sílaba; não negligenciar as consoantes.</em></p>\r\n\r\n<ol style=\"text-align: justify;\" start=\"2\">\r\n \t<li><strong> Exprimir os sentimentos do autor e das personagens</strong></li>\r\n</ol>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">A celebração litúrgica atualiza a palavra. O texto escrito torna-se palavra viva hoje, naquele lugar e para aquela assembleia. “Deus fala hoje ao seu povo”. É importante conhecer o texto e também conhecer o contexto da celebração. Não se trata de dramatizar, ou melhor dito, de criar uma ilusão, mas de reproduzir ou tornar vivos um texto e um acontecimento. Não se trata de atrair a atenção para a pessoa do leitor, mas para a palavra e ação divinas.</p>\r\n\r\n<ol style=\"text-align: justify;\" start=\"3\">\r\n \t<li><strong> Examinar alguns pormenores antes da celebração</strong></li>\r\n</ol>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>O Leccionário está no ambão? Está aberto na página própria? O microfone está ligado? O volume, o tom e a altura estão corretos? Evite-se o seu ajuste durante a celebração, mediante o sopro ou os toques de dedos.</em></p>\r\n\r\n<ol style=\"text-align: justify;\" start=\"4\">\r\n \t<li><strong> Saber deslocar-se para o ambão</strong></li>\r\n</ol>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">Situar-se, desde o começo da celebração, num lugar não muito afastado do ambão. Saber se há lugares previstos para os leitores. Tentar não vir de um lugar distante da igreja. Não avançar para o ambão antes de estar concluído o que precede cada leitura (oração, canto). Caminhar com um passo normal, sem ostentação nem precipitação, sem rigidez nem displicência, mas com uma digna e ritmada naturalidade.</p>\r\n\r\n<ol style=\"text-align: justify;\" start=\"5\">\r\n \t<li><strong> Postura</strong></li>\r\n</ol>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">Quando estiver diante do ambão, deve ter em conta a posição do corpo. Não se trata de adotar posturas rígidas, nem demasiado descontraídas. Pés bem assentes, levemente afastados e firmes. Não balancear-se, nem cruzar os pés, nem estar apoiado apenas num pé, com pés cruzados ou um à frente e outro atrás. Não debruçado sobre o ambão, nem com os braços cruzados ou as mãos nos bolsos. Colocar-se à distância adequada do microfone para que se ouça bem. Não começar, portanto, enquanto o microfone não estiver ajustado.</p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">Procurar ler com a cabeça levantada. Com a cabeça levantada, a assembleia contata um rosto e o leitor exprime um texto dirigido à assembleia e não devolvido ao livro. Com a cabeça levantada, a própria voz ganha em clareza e volume. O tom de voz será mais alto e, portanto, mais fácil de captar.</p>\r\n\r\n<ol style=\"text-align: justify;\" start=\"6\">\r\n \t<li><strong> Apresentação</strong></li>\r\n</ol>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">– Não trajar algo que distraia ou ofenda os presentes, seja por ostentação, desleixo, pouco conveniente ou ridículo. Ter critério e apresentar-se como pessoa educada e apresentável. <em>(Na nossa paróquia pedimos que os leitores usem calça preta (escura) e camisa branca).</em></p>\r\n\r\n<ol style=\"text-align: justify;\" start=\"7\">\r\n \t<li><strong> Antes de começar</strong></li>\r\n</ol>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">– Esperar que a assembleia esteja sentada e tranquila e se tenha criado ambiente de silêncio e escuta. Respirar calma e profundamente. Guardar uma breve pausa para olhar a assembleia, a fim de a registar na mente, estabelecer com ela contato direto antes de iniciar a proclamação e pedir a sua atenção, pois é a ela que se dirige.</p>\r\n\r\n<ol style=\"text-align: justify;\" start=\"8\">\r\n \t<li><strong> Durante a leitura</strong></li>\r\n</ol>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">Ler só o título bíblico. Nunca se leia “Primeira Leitura” ou “Salmo Responsorial”, ou a frase a vermelho que precede a leitura. Não se deve ler resumo ou comentário antes da leitura. Após a leitura do título, faça-se uma pausa para destacar o texto que vai ser proclamado.</p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">O ouvinte não é um gravador, mas uma mente humana que requer tempo para sentir, reagir, ouvir, entender, coordenar e assimilar. Geralmente, lê-se depressa e não se fazem as pausas adequadas, como pede o texto lido. A pontuação oral nem sempre coincide com a pontuação escrita. A leitura rápida pode cortar o contato com a assembleia. O principal defeito dos leitores, costuma ser ler depressa. Se lermos depressa, as pessoas, com algum esforço, poderão conseguir entender-nos, mas aquilo que lemos não entrará no seu interior.</p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">Antes de dizer “Palavra do Senhor”, fazer uma pausa após a última frase. Dizer só “Palavra do Senhor” e nada mais (p.e.: “Irmãos, esta é a Palavra do Senhor” ou outras expressões semelhantes). Trata-se de uma aclamação e não de uma explicação. Deixar o Leccionário aberto na página do Salmo Responsorial ou da 2ª Leitura, para que fique pronto para o leitor que se segue. Regressar ao lugar com calma e naturalidade, em passo normal e firme.</p>\r\n&nbsp;\r\n\r\n&nbsp;","imagem":"https://saosebastiaofabriciano.com.br/wp-content/uploads/2023/03/web3-reading-mass-church-bible-dsc_6452-marko-vombergar-aleteia-e1678733358388.jpg","data_hora":"2023-03-13 15:51","categoria":"Formação"},{"id":12343,"titulo":"Hospitalidade bíblica: acolher e amar a todos!","descricao":"&nbsp;\r\n\r\n<strong>Introdução</strong>\r\n\r\nPodemos começar com uma pergunta: a hospitalidade é um dom natural de algumas pessoas ou um exercício virtuoso que deve ser praticado por todos os que creem em Cristo? Ou ainda: devo ser hospitaleiro somente com quem eu conheço e amo, que faz parte do meu círculo de amizades, ou devo ter a capacidade de ser acolhedor com pessoas que eu desconheço mas que pedem meu apoio?\r\n\r\nAdmitamos que, enquanto a arte da acolhida é facilmente exercida por alguns, pode ser bastante difícil para os outros. Nossas casas são uma extensão de nós mesmos, quando praticamos a hospitalidade, estamos tendo a oportunidade de compartilhar a sacralidade de nossa intimidade e isto exige de nós, antes de tudo, coragem. Nenhum de nós há de negar que é mais fácil compartilhar a hospitalidade com a família e com os amigos que com estranhos, no entanto, a bíblia incentiva a todos a prática da hospitalidade.\r\n\r\nO texto de Rm 12,13 nos exorta a \"praticar a hospitalidade\". O termo grego traduzido em português por \"hospitalidade\" é<em> philoxenia,</em> uma combinação de duas palavras: <em>philos,</em> que significa \"amar alguém como a um amigo ou irmão\", e <em>xenos,</em> que significa estrangeiro (estranho) ou imigrante (o estrangeiro residente). Embora geralmente traduzida por \"hospitalidade\", a <em>philoxenia</em> significa dispensação de afetos em relação aos estrangeiros, \"amar estranhos ou imigrantes como se fosse o seu próprio amigo ou irmão\". Isto significa que se deve prestar aos estranhos o mesmo tipo de amor com o qual amamos a amigos e parentes. O texto da Carta aos Romanos é ainda mais incisivo porque afirma literalmente, \"prossegui na hospitalidade\", ou seja, a hospitalidade não deve ser algo esporádico, mas um ato constante.\r\n\r\n<strong>No Antigo Testamento</strong>\r\n\r\nNo antigo Oriente, a prática da hospitalidade era uma norma cultural envolta em noções de honra. Mas também a xenofobia estava presente na maioria daquelas culturas. Sendo assim, a hospitalidade como um desejo de hospedar, alimentar e entreter um convidado, ou como se diz hoje, de \"receber convidados\" era algo que se fazia com prazer, especialmente, com pessoas da mesma etnia, à semelhança do que hoje se faz com alguém da mesma classe social.\r\n\r\nPorém, a cultura hebraica dá um salto antropológico e cultural e amplia o conceito de hospitalidade. O livro do Levítico (19,33-34) dá uma instrução fundamental a respeito do modo como deve ser exercida a hospitalidade: \"Não oprimireis o estrangeiro que permanecer na vossa terra. O estrangeiro residente entre vós será tratado como o natural da terra; amá-lo-eis como a vós mesmos, pois estrangeiros fostes na terra do Egito. Eu sou o SENHOR, vosso Deus\".\r\n\r\nIsto significa que o povo de Israel deve agir para com o estrangeiro da mesma forma que Deus agiu com eles: com acolhida e com misericórdia. A libertação dos escravos se torna uma exemplificação de que Deus desaprova radicalmente o modo como o faraó tratou os estrangeiros residentes no Egito. Os israelitas, portanto, não devem agir à maneira do faraó, mas à maneira de Deus. Os israelitas fizeram a difícil experiência de viver como imigrantes no Egito e não podem tratar os estrangeiros da mesma forma que o faraó os tratou.\r\n\r\nO nível mais básico da hospitalidade no Antigo Testamento está expresso em Jó 31,32: \"O estrangeiro não pernoitava na rua, pois as minhas portas sempre estiveram abertas ao viajante\". Nos deveres para com o hóspede estava incluído: dar-lhe descanso, lavar-lhe os pés, dar-lhe alimento farto (cf. Gn 18,4-7); trata-lo como um servo trata seu senhor (Gn 18,8) e, por fim, proteger-lhe a vida a qualquer custo (Jz 19, 15-24).\r\n\r\n<strong>No Novo Testamento</strong>\r\n\r\nO texto bíblico de 1Pd 4,9 afirma: \"Sede, mutuamente, hospitaleiros, sem murmuração\". Este imperativo também está vinculado à prática do amor no versículo imediatamente anterior: \"Acima de tudo, porém, tende amor intenso uns para com os outros\" (v.8). A comunidade cristã no primeiro século se tornou o laboratório ideal para o exercício da acolhida ao outro, da hospitalidade, do mandato de amar o estranho como se faz a um amigo ou a um irmão.\r\n\r\nO clássico refrão paulino \"judeus e gregos\", para definir aqueles que aderiram a Cristo, deve ser entendido que na categoria grego se estava mencionando todos os povos e etnias conquistados pelo império romano e que desde o século IV a.C., com as conquistas bélicas de Alexandre Magno, foi imposto idioma grego como fator de unificação do império. Portanto, ao dizer \"os gregos\" se estava incluindo nessa categoria um sem número de povos e de etnias. E, sendo a comunidade cristã composta de  \"judeus e gregos\" se tornava propícia para um grande número de conflitos, mas também para o \"amor intenso de uns para com os outros\", para a experiência de amar o estranho como irmão, e de fato, os cristãos se tratavam mutuamente como o termo \"irmão\". Sendo assim, a hospitalidade não é apenas cumprimentar e acolher as pessoas até os pagãos fazem isto (Mt 5,47), é enfrentarmos nossos medos e a mesquinhez de nosso egocentrismo e nos tornarmos canais da hospitalidade de Deus.","imagem":"https://saosebastiaofabriciano.com.br/wp-content/uploads/2023/03/como_abrir_uma_porta_fechada_sem_chave_11786_orig-e1678124620362.jpg","data_hora":"2023-03-06 14:44","categoria":"Formação"},{"id":12309,"titulo":"Jesus, o maior líder de todos os tempos","descricao":"&nbsp;\r\n\r\n&nbsp;\r\n\r\n<strong>INTRODUÇÃO</strong>\r\n\r\nJesus foi e é o maior líder de todos os tempos. Nunca houve alguém com vocação tão suprema, ministério tão eficaz, liderança tão exemplar e legado mais duradouro. Como líder, ele tinha uma clara consciência de sua pessoa, da sua missão e do seu dever de formar discípulos que continuassem sua obra. Em seu estado de humilhação Jesus aprendeu a depender do Pai em tudo e todas as suas escolhas ministeriais, desde o chamado aos discípulos até seu triunfo na cruz, foram feitas em oração e submissão.\r\n<ol>\r\n \t<li><strong> JESUS, O LÍDER SINGULAR</strong></li>\r\n</ol>\r\nJesus foi um líder completo, diferentemente de todos os outros líderes humanos. O caráter singular da sua pessoa como Deus e homem proporcionou uma perfeição a suas ações, palavras e escolhas que nunca poderão ser plenamente imitadas por nenhum homem ou líder. Ninguém pode perguntar aos demais como ele perguntou: “Quem dentre vós me convence de pecado?” (Jo 8.46).\r\n\r\nJesus foi único porque sua pessoa é única. Ele é o verdadeiro Deus que se fez carne e veio ao mundo com o propósito de salvar pecadores (Jo 1.1-5,11-14). Ao mesmo tempo, é o servo de Deus que renunciou sua glória nascendo como perfeito homem para dessa forma identificar-se com seu povo e salvá-lo da condenação eterna (cf. Jo 15.13).\r\n\r\nA singularidade e perfeição da pessoa e obra de Cristo responde por sua perfeita consciência de si mesmo, de sua missão e das suas ovelhas, coisa que os demais líderes não possuem. Ainda assim, o fato de ele ter sido apontado por Deus como Supremo Pastor e exemplo indica a todo líder cristão que seu dever é seguir os passos do Mestre (1Pe 2.21-22).\r\n<ol>\r\n \t<li><strong> Consciência de si mesmo</strong></li>\r\n</ol>\r\nJesus tinha uma perfeita consciência de quem era. Ele sabia que era perfeito Deus e perfeito homem. Um dos mais importantes títulos encontrados no NT para Jesus é “Filho de Deus” (Mt 11.25- 27; 16.17). Repetidas vezes ele fala de Deus como seu Pai, mostrando que tinha consciência da sua divina filiação. No seu batismo e transfiguração, o próprio Pai testemunhou que Jesus era o seu preexistente filho (Mc 1.1,11; 9.7). Por outro lado, ele nasceu e cresceu como um perfeito homem, sabendo que era o segundo Adão, o descendente real de Davi, o servo sofredor prometido, o messias e “Filho do Homem” que reinaria para sempre.\r\n\r\nEssa consciência de Jesus quanto à sua dupla natureza em uma só pessoa é afirmada constantemente no NT. Jesus se define pelo menos 18 vezes com a expressão “Eu Sou”, que apontava para o caráter divino de sua pessoa e missão (Jo 6.35; 8.12,23-24,58; 10.9; 11.25). Porém, em diversas ocasiões, Jesus fez também referência à sua natureza humana (Jo 2.25; 11.35; 12.33). Sua encarnação proporcionou um conhecimento prático do que era a natureza humana com todas as suas limitações. Embora tivesse nascido sem pecado, seu corpo carregava as marcas da fragilidade impostas pela queda, como o sofrimento e a morte.\r\n<ol>\r\n \t<li><strong> Compreensão de sua missão</strong></li>\r\n</ol>\r\nJesus sabia perfeitamente por que veio ao mundo. Ele fala de si mesmo como tendo “vindo” ou sido “enviado” por Deus (Mc 1.38; 10.45; Lc 12.49,51). Ele possuía um completo conhecimento de cada momento e estágio do seu ministério. Essa consciência se devia tanto ao relacionamento eterno com o Pai, quando recebeu sua missão como aos próprios textos proféticos que falavam em detalhes dessa missão. (Veja por exemplo: Jo 16.28; Lc 19.10; Jo 4.34; 10.11; Lc 9.22).\r\n\r\nO ministério de Jesus possuía um caráter paradoxal, pois ele tanto sabia da origem divina de sua pessoa, como agiu como um servo sofredor para cumprir a missão dada pelo Pai (Is 53.1-12). Hoje, nenhum líder é capaz de ter uma visão completa da sua missão com respeito a cada estágio de sua vida ministerial como Jesus teve. Contudo, ainda assim é de suma importância para os líderes compreenderem por que foram chamados por Deus e qual é a natureza da sua missão. Os exemplos dos apóstolos e de Paulo mostram que líderes eficazes são aqueles que sabem o propósito de sua missão e mantêm o foco no que é prioritário (At6.1-7; 20.24).\r\n<ol>\r\n \t<li><strong> Conhecimento de suas ovelhas</strong></li>\r\n</ol>\r\nA metáfora predileta de Jesus para retratar seu relacionamento com seu povo foi a ilustração do pastor e da ovelha. O Antigo Testamento estava repleto de alusões a Deus como o pastor de Israel (Is 40.10-11; Sl 23.1). Além disso, o conceito de pastorear tornou-se uma importante imagem explicativa usada para retratar a liderança espiritual em Israel. Assim, reis, profetas e sacerdotes eram chamados de pastores (Jr 23.1-4; Ez 34; Zc 11).\r\n\r\nEssa metáfora não foi usada pelo Senhor Jesus por acaso, uma vez que era uma clara alusão ao pastor ferido, conforme profetizado por Zacarias, como também uma imagem cultural fácil de ser entendida pelos ouvintes (Zc 13.7-9). Assim, Jesus se descreve como o bom pastor, cuja obra consistia em dar a vida pelas ovelhas (Jo 10.11). O conceito de ovelhas era importante porque mostrava que somente um grupo de pessoas creria na mensagem de Jesus (Jo 10.26-27).\r\n\r\nAo usar essa metáfora, Jesus demonstra ter um conhecimento perfeito das suas ovelhas. Ele sabia quem entre os seus discípulos e ouvintes eram crentes verdadeiros e algumas vezes se referiu a pessoas como não fazendo parte do seu aprisco. De fato, Jesus nunca foi surpreendido por falsas ovelhas e sempre deixou claro que sua missão consistia em juntar apenas aquelas que o Pai lhe dera (Jo 6.37-44; 10.25-29; 13.18).\r\n<ol>\r\n \t<li><strong> JESUS, O LÍDER A SER IMITADO</strong></li>\r\n</ol>\r\nO ministério de Jesus consistia em pregar e ensinar as boas-novas do reino (Mt 4.23), instruindo aqueles que respondiam afirmativamente à sua proclamação a terem uma atitude de total submissão à sua própria pessoa e ensino, por ser ele o Messias, Rei e Salvador. A nova vida ideal dos crentes consistia em viver como cidadãos do reino, reconhecendo que o rei veio e que suas exigências eram graciosas e revestidas de autoridade, exigindo uma resposta de fé e um comprometimento absoluto.\r\n\r\nÉ possível resumir a prática ministerial de Jesus observando suas quatro principais ênfases, que eram: a) <strong>anunciar a verdade de Deus</strong> com autoridade aos ouvintes, mostrando que as profecias estavam sendo cumpridas nele e pregando as Escrituras pelo método de exposição, ilustração e aplicação com o objetivo de converter pecadores e edificar os discípulos; b) <strong>depender do Pai em tudo</strong>, vivendo em completa submissão e vida de oração; c) <strong>desenvolver um ministério de misericórdia</strong> paralelo ao da pregação, em que as curas e exorcismos tinham o propósito de mostrar a sua compaixão e a natureza singular de sua vida e obra (Mt 11.2-6; Is 35.5-6; 61.1); d) <strong>preparar discípulos</strong> para que fossem como ele mesmo e dentre eles selecionar um grupo para pastorear os demais (os 12 apóstolos).\r\n<ol>\r\n \t<li><strong> Jesus, o pregador da Palavra</strong></li>\r\n</ol>\r\nJesus foi um pregador da Palavra de Deus e sua forma de pregar foi essencialmente judaica, apresentando a exposição das Escrituras entrelaçada com ilustrações, figuras de linguagem e constantes aplicações práticas. Sua preocupação central era anunciar que o reino havia chegado à sua plenitude e a sua própria pessoa representava a inauguração do estágio final do reino de Deus. Ele era não somente o realizador das promessas do Antigo Testamento concernentes à era vindoura, mas também o inaugurador dos propósitos finais de Deus na história da salvação, trazendo a mensagem do evangelho tanto para judeus como para gentios (Mt 4.23-25).\r\n\r\nA exposição do Antigo Testamento feita com autoridade formava a base do ministério de Jesus (Lc 4.16-21). Ele era tanto o intérprete final das Escrituras, como a sua vida e ministério (nascimento, morte, ressurreição e exaltação) eram a própria chave para se entender o seu conteúdo, uma vez que todas as Escrituras falavam a respeito dele (Lc 24.25-27,44-45).\r\n\r\nDurante todo o seu ministério Jesus nunca se apartou da Palavra de Deus e sua linguagem, motivos, temas e mensagem eram somente baseados nela. Algumas vezes, sua pregação consistia em uma exposição bíblica em textos específicos com afirmações revestidas de autoridade e autor referências que indicavam o caráter único de sua pessoa (Lc 4.16-21). Outras vezes, tratava de temas gerais e amplos cujas ideias estavam ancoradas em linguagem alusiva ao Antigo Testamento, como no caso do sermão do monte (Mt 5.1–7.29). Ou, ainda, sua exposição era resultado de uma resposta aos desafios e questões propostas pelos ouvintes (Mt 19.3-12). Sua prática de ensino possuía sempre autoridade e era repleta de metáforas, símiles, parábolas e outras figuras de linguagem usadas para causar impacto nos ouvintes.\r\n<ol>\r\n \t<li><strong> Jesus e sua vida de oração</strong></li>\r\n</ol>\r\nA oração foi um elemento distintivo no ministério de Jesus. Não há um único momento em seu ministério em que Jesus não seja visto buscando o Pai em oração. Além disso, o escopo de sua oração era vasto, pois tanto orou por si, como pelos discípulos e os futuros crentes. Ele também ensinou os discípulos a orar e deixou um modelo de oração a ser imitado.\r\n\r\nJesus orou no início e durante seu ministério (Mc 1.35-39; Mt 14.23; Lc 9.28), antes de escolher os discípulos e depois os ensinou a orar (Lc 6.12-16; 11.2; Mt 6.9-15; Mt 21.22; Lc 11.9-13; 18.1; 22.40), antes e durante a sua crucificação (Mc 14.32-42; 15.34-35). Ele rogou (orar com grande intensidade) pela vida espiritual dos discípulos (Lc 22.32; Jo 17.9), pela sua futura igreja (Jo 17.20-21). Jesus zelou pelo papel singular da oração na vida do povo de Deus (Mt 21.13) e alertou sobre a importância da oração na batalha espiritual (Mc 9.29; cf. Ef 6.17- 18). A submissão a Deus em se ministério dirigia suas orações. Ele não orava por algo que implicasse fazer sua própria vontade (Mt 26.36-39,53).\r\n\r\nTodas as citações mostram que Jesus viveu em constante oração em seu ministério. A oração não era uma prática ou tema acessório em sua vida, mas a contínua ênfase que norteava seu ministério e deveria também nortear o ministério dos discípulos. Portanto, é impossível pensar em um líder cristão fiel que não seja um homem de oração. Nas palavras do teólogo John Owen, “um ministro pode encher os bancos da igreja, sua lista de comunhão, a boca do público, mas o que esse ministro é sobre seus joelhos em secreto diante do Deus Todo-Poderoso é o que ele é e nada mais”.\r\n\r\n<strong>III. JESUS, O LÍDER A SER SEGUIDO</strong>\r\n\r\nOutra característica fundamental no ministério de Jesus foi sua ênfase em formar discípulos e motivá-los a ser como ele. Cristo escolheu homens comuns e os treinou por um período de tempo ensinando-os a guardar a Palavra de Deus (Mt 28.20), corrigindo pela convivência e exemplificando modelos comportamentais a serem imitados (Jo 13.12-17,34-35). Ele os ensinou sobre teologia e como interpretar as Escrituras, sobre a história da salvação e seus eventos finais, bem como a viver em comunhão e de forma piedosa como homens de oração, dispostos a perdoar e servir aos outros com humildade.\r\n\r\nPorque seu ministério seria curto (cerca de três anos), era preciso um programa de discipulado rápido, prático, intensivo e seletivo. Então ele escolheu especialmente 12 homens com quem trabalhar mais de perto (Lc 6.12-16). A seleção dos 12 foi um marco importante no ministério de Jesus, pois seu ministério adquirira grandes proporções e isso exigia uma organização e divisão de trabalho mais efetiva. Além do mais, era preciso preparar uma liderança que serviria de fundamento para a igreja do Novo Testamento, que seria composta de judeus e gentios (Ef 2.19-22).\r\n\r\nNo caso específico dos 12, o objetivo de Jesus foi treiná-los para exercer um pastoreio sacrificial, um amor abnegado pela obra do Pai e uma vida de humildade similar à do Mestre. Eles precisavam pastorear com a Palavra, vigiar em oração, exercer misericórdia para com os fracos e oprimidos e liderar com amor. Sua missão seria testemunhar acerca da obra de Cristo e glorificar o seu nome fazendo discípulos de todas as nações, “ensinando-os a guardar todas as coisas” ordenadas por Jesus (Mt 28.18-20; At 1.8; 4.12,33).\r\n\r\n<strong>CONCLUSÃO</strong>\r\n\r\nEstudar sobre a vida de Jesus como líder nos conduz a um modelo completo de liderança, em que autoridade e serviço, amor e verdade, firmeza e sensibilidade, disciplina e compaixão, fidelidade e submissão andam juntos. É pastorear com coração amoroso e formar discípulos pelo ensino, exemplo e serviço. É ter posição de autoridade, mas agir humildemente como servo de todos. É trabalhar incansavelmente anunciando o evangelho, mas sempre dependendo de Deus em tudo. É ter paciência com as ovelhas, pastoreando cada uma delas de acordo com suas necessidades. É resistir ao erro, denunciar a hipocrisia, o legalismo e as tradições humanas que se sobrepõem à verdade de Deus. Porém, é também anunciar o arrependimento, indicando o caminho da salvação aos pecadores e a vida que devem viver para agradar a Deus. Enfim, estudar sobre o ministério de Jesus é descobrir que nunca houve ou haverá um líder como ele, mas todos os líderes cristãos são desafiados a ser como Cristo.","imagem":"https://saosebastiaofabriciano.com.br/wp-content/uploads/2023/02/jesus-lider-pascoa-helda-elaine-e1677529650339.jpg","data_hora":"2023-02-27 17:25","categoria":"Formação"},{"id":6428,"titulo":"São Sebastião, recordações de um passado bom!","descricao":"Dia 20 de janeiro, festa de São Sebastião! Eu nasci numa terra protegida pelas bênçãos de São Sebastião, como tantas outras cidades do Brasil. Padroeiro contra fome, guerra e peste, Sebastião encontrou muitos devotos em solo brasileiro, sobretudo entre o povo que trabalha com agricultura e pecuária.\r\n\r\nAssim, nascido sobre a bênção de São Sebastião, aprendi a amar este querido mártir que, na fortaleza e determinação, permitiu-se morrer por amor ao Cristo e ao evangelho. Militar, combatente nas legiões romanas, Sebastião enfrentou o grande combate da fé, assumindo os risco de dizer sim ao Cristo diante da força do imperador. Preferiu a vida no Cristo do que as grandezas do império romano. Crivados de flechas ele envia ao mundo setas de amor e de compromisso.\r\n\r\nTalvez por isso o povo ame tanto Sebastião. Talvez por isso festas, quermesses, procissões e missas são feitas em sua honra. No centro o Cristo, ao redor dele o testemunho de amor de Sebastião.\r\n\r\nOra, com a alma cheia de amor ao santo padroeiro, mártir São Sebastião, convido você para ouvirmos juntos a música de Zé Geraldo, que faz lembrança do colorido da festa popular em honra ao santo mártir Sebastião.\r\n\r\n<iframe src=\"//www.youtube.com/embed/padtMbtHzhk\" width=\"560\" height=\"314\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\"></iframe>\r\n\r\nTão Bonita\r\n\r\n(Zé Geraldo)\r\n\r\nO meu coração se agita\r\n\r\npros meados de janeiro\r\n\r\nfesta de São Sebastião\r\n\r\nprocissão dos cavaleiros\r\n\r\nMeus olhos rogam uma prece\r\n\r\nna direção do cruzeiro\r\n\r\nprocissão cantando na rua\r\n\r\nparece cantiga de roda, Rodeiro\r\n\r\nNo seu cabelo uma fita\r\n\r\no beijo é água de cheiro\r\n\r\nque bom te ver tão bonita\r\n\r\nna festa do padroeiro\r\n\r\nVem gente de todo lugar\r\n\r\nbebeu dessa água já fala em voltar\r\n\r\nse reza se canta seus males espanta\r\n\r\nsente saudade antes da partida\r\n\r\nZezé puxa o fole com fé\r\n\r\nIoná faz denguim pra Naná\r\n\r\nNo ano vem eu volto pra te ver\r\n\r\noutra vez tão bonita\r\n\r\n&nbsp;\r\n\r\n&nbsp;","imagem":"https://saosebastiaofabriciano.com.br/wp-content/uploads/2021/01/images.png","data_hora":"2023-01-20 09:00","categoria":"Notícias da Igreja"},{"id":10937,"titulo":"Corpus Christi: Jesus passa no meio do seu Povo","descricao":"&nbsp;\r\n<p style=\"text-align: justify;\">Desde o princípio de sua história, a Igreja devota à Eucaristia um zelo especial, pois reconhece neste sinal sacramental o próprio Jesus, que continua presente, vivo e atuante em meio às comunidades cristãs. Por isso ela celebra com devoção a solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo, festa comumente chamada de Corpus Christi. Celebrar Corpus Christi significa fazer memória solene da entrega que Jesus fez de sua própria carne e sangue, para a vida da Igreja, e comprometer-nos com a missão de levar esta Boa Nova para todas as pessoas.</p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">Na Quinta-Feira Santa a Igreja já faz esta memória da Eucaristia, mas na solenidade de Corpus Christi temos um dia eucarístico especial. É dia festivo, de alegria e esperança. A festa de Corpus Christi é uma manifestação pública de fé na Eucaristia. Por isso o costume geral de fazer a procissão pelas ruas da cidade. O Povo de Deus encontra nesta data a possibilidade de manifestar seus sentimentos diante do Cristo que caminha no meio do Povo.</p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">Em 1209, na diocese de Liége, na Bélgica, uma religiosa chamada Juliana teve revelações e  convenceu o bispo a fazer uma festa eucarística. Em 1246, na sua diocese, celebra-se pela primeira vez uma festa do Corpo de Cristo e em 1264 o Papa Urbano quarto estende a festa de Corpus Christi para toda Igreja.</p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">Alguns anos depois, em 1317, o Papa João Vinte e Dois confirma o costume de fazer uma procissão, pelas vias da cidade, com o Corpo Eucarístico de Jesus. O Concílio de Trento (1545-1563) vai insistir na exposição pública da Eucaristia, tornando obrigatória a procissão pelas ruas da cidade.</p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\"> Santo Tomás de Aquino, o chamado doutor angélico, destacava três aspectos centrais do sacramento da Eucaristia. Primeiro, a Eucaristia faz o memorial de Jesus Cristo, que passou no meio dos homens fazendo o bem (passado). Depois, a Eucaristia celebra a unidade fundamental entre Cristo com sua Igreja e com todos os homens de boa vontade (presente). Enfim, a Eucaristia prefigura nossa união definitiva e plena com Cristo, no Reino dos Céus (futuro).</p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">A Solenidade de Corpus Christi tem seu ápice na procissão pelas ruas da cidade, momento em que os fiéis podem pedir as bênçãos de Jesus Eucarístico para suas casas e famílias. O costume de enfeitar as ruas com tapetes de serragem, flores e outros materiais, formando um mosaico multicor, ainda é muito comum em vários lugares. Algumas cidades tornam-se atração turística neste dia, devido à beleza e expressividade de seus tapetes.</p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">Geralmente a festa termina com uma concentração em algum ambiente público, onde é dada a solene bênção do Santíssimo. Nos ambientes urbanos, apesar das dificuldades estruturais, as comunidades continuam expressando sua fé Eucarística, adaptando ao contexto urbano a visibilidade pública da Eucaristia. O importante é valorizar este momento afetivo da vida dos fiéis.</p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">Você participa freqüentemente da Eucaristia? Você tem o hábito de rezar diante do sacrário, louvando o Santíssimo Sacramento? Sua comunidade faz procissão de Corpus Christi? Existe o costume de enfeitar as ruas para procissão de Corpus Christi? Que tal pensar sobre isto e manter acesa a chama das nossas tradições religiosas?</p>","imagem":"https://saosebastiaofabriciano.com.br/wp-content/uploads/2021/10/img-20211012-wa0513.jpg","data_hora":"2022-06-15 11:31","categoria":"Notícias da Paróquia"},{"id":10891,"titulo":"O Sagrado Coração de Jesus é a fonte das vocações","descricao":"<p class=\"normal\" style=\"text-align: justify;\">No mês de junho celebramos a solenidade do Sagrado Coração de Jesus, coração santo e transbordante de amor por todos e cada um de nós. Foi a partir da experiência da intimidade com o Coração de Jesus que os grandes santos entenderam sua vocação e missão. Celebrar esta solenidade é celebrar a nossa busca de santidade: assemelhar-se ao coração de Jesus, manso e humilde.</p>\r\n<p class=\"normal\" style=\"text-align: justify;\">​O Sagrado Coração de Jesus é a fonte das vocações, é o espaço da descoberta do amor sem limites, de doar-se por inteiro, sem deixar espaço para o egoísmo, ódio, vingança. O coração do vocacionado se encontra íntimo ao coração de Jesus, cheio da presença do amor do Pai celestial. Assemelhar-se a Jesus é permitir-se mergulhar no mistério de Deus, que nos ama e nos envolve em sua misericórdia, mas é, ao mesmo tempo, um esforço pessoal de se colocar no caminho de Jesus e viver o que Ele nos ensina no seu Evangelho.</p>\r\n<p class=\"normal\" style=\"text-align: justify;\">​Sentir-se vocacionado de Jesus é sentir-se apaixonado e atraído pelo seu coração sagrado, é entender que o amor é capaz de deixar tudo para encontrar o tudo que só o Senhor pode nos oferecer. Felizes são aqueles que se permitem ser amados por Cristo Jesus, pois a Redenção os alcançou e os redimiu. A experiência da fé cristã é perpassada pela confiança e adesão à pessoa de Jesus. O verdadeiro cristão é chamado a assumir um novo estilo de ser e de existir, tendo consigo os mesmos sentimos do Mestre.</p>\r\n<p class=\"normal\" style=\"text-align: justify;\">​O vocacionado é a pessoa que se sente realizada e feliz em responder, com generosidade, ao chamamento de Deus. E a perseverança desse processo dependerá do grau de intimidade e proximidade com Jesus Cristo, o Santíssimo Redentor, pois Ele está à porta e bate. Se abrirmos as portas do nosso coração, Ele entrará e fará morada em nós (cf. Ap 3,20).</p>\r\n<p style=\"text-align: right;\">Padre Evaldo César de Souza, CSSR</p>","imagem":"https://saosebastiaofabriciano.com.br/wp-content/uploads/2022/06/sagrado-coracao.jpg","data_hora":"2022-06-08 10:39","categoria":"Notícias da Igreja"},{"id":8152,"titulo":"Lucicreide vai pra Marte e o Suicídio dos Padres","descricao":"\"Recentemente, o cinema brasileiro lançou o filme ‘Lucicreide vai pra Marte’. A atriz Fabiana Karla, juntamente com outros quatro personagens, se inscrevem para irem a uma viagem sem retorno ao planeta vermelho. Dentre eles, está o personagem do ‘Padre João’. Interessante, que em um determinado momento do filme, Lucicreide tem um pequeno diálogo com os outros quatro participantes sobre o porquê desejam desistir da vida na Terra.\r\n\r\nPadre João diz estar cansado da missão, e também não tem família, nem filhos. Com palavras bem simples, a empregada doméstica, convence o padre de continuar sua missão por aqui mesmo...\r\n\r\nNa data de hoje, mais um sacerdote católico desistiu da vida. Somam-se 5 suicídios de padres neste ano de 2021, e o segundo apenas neste mês de Julho. Ambos os casos aconteceram em Minas Gerais.\r\n\r\nO que está acontecendo com os padres? Precisaremos nos ‘acostumar’ com estas notícias? A Igreja, como instituição, tem noção do que está acontecendo? Como vamos impedir esse estranho fenômeno na Igreja do Brasil? Quem serão os primeiros clérigos e leigos a se sensibilizarem com esta epidemia maldita e ignorada? Onde começarão os primeiros cuidados? De onde partirão as primeiras ações? A quem os padres doentes e cansados podem e poderão recorrer?\r\n\r\nAinda que sem intenção, o filme brasileiro, no que tange ao personagem do ‘Padre João’, acaba sendo um retrato de grande parte do clero brasileiro. Síndrome de Burnout ou Vazio Existencial, fato é que os padres estão expostos diariamente à pressões de todos os lados, não possuem rede de apoio no presbitério, estão praticamente abandonados pela instituição, sofrem a solidão existencial, eclesial e social, e muitos (como o que cometeu suicídio hoje) estão psiquicamente comprometidos pela falta de saúde mental e emocional.\r\n\r\n<strong>Um aviso aos padres</strong>: Somos todos vulneráveis e adoecemos. Não esperem ajuda da Igreja. Comecem a se amar e a se cuidarem mais! Falem sobre as suas dores e procurem ajuda profissional!\r\n\r\n<strong>Um aviso aos bispos</strong>: Os padres devem ser a prioridade do ministério de vocês. Ah, conselho dos psiquiatras e psicólogos: Não deixem os padres que estão fazendo tratamento psiquiátrico morarem sozinhos!\r\n\r\n<strong>Um aviso aos reitores</strong>: Trabalhem saúde e inteligência emocional no seminário! Falem sobre ideação e comportamento suicida. Chamem psicólogos para os ajudarem na formação inicial, e lembre-se que os futuros seminaristas serão cada vez mais vulneráveis...\r\n\r\n<strong>Um aviso aos leigos não profissionais</strong>: Não adianta só rezar. É preciso ver e fazer algo pelos padres de vocês!\r\n\r\n<strong>Um aviso aos leigos que trabalham na saúde</strong>: Ajudem, por favor, os padres! Médicos e psicólogos católicos, os padres do Brasil pedem socorro! Eles não irão a vocês. Por favor, se antecipem!\r\n\r\nEmbora o atual cenário eclesial e social não ajudem, não podemos permanecer inertes contabilizando os padres suicidas. Mais de 90% dos suicídios, segundo a OMS, poderiam ser evitados. A Igreja no Brasil precisa de um plano nacional que promova a saúde integral dos presbíteros. Precisamos de estratégias de educação, prevenção e manutenção para a saúde mental dos padres.\r\n\r\nPrecisamos cuidar da depressão no clero. Os padres precisam urgentemente de mais acesso às diferentes modalidades terapêuticas. Assim como o episcopado francês, o Brasil precisa de um estudo sério sobre a saúde dos seus padres. Fatores de risco e proteção precisam ser encontrados, estudados, enfraquecidos e fortalecidos, respectivamente.\r\n\r\nSe Lucicreide salvou o Padre João no filme, muitos homens e mulheres na vida real podem ajudar e salvar a vida dos padres cansados, depressivos, abandonados e doentes no Brasil. Irmãos padres não se matem! Irmãos padres, não precisamos ir a Marte! Padres, não desistam da vida na Terra! Vamos reencontrar uma forma mais humana, mais saudável e mais sacerdotal aqui na Terra. Precisamos! Queremos! Encontraremos...\"\r\n\r\n&nbsp;","imagem":"https://saosebastiaofabriciano.com.br/wp-content/uploads/2020/10/cemiterio.png","data_hora":"2021-07-21 11:40","categoria":"Formação"},{"id":8193,"titulo":"Colaboradores da Rádio Educadora passam por treinamento para aperfeiçoar trabalho em equipe","descricao":"A manhã de sábado (17) foi dedicada a um treinamento que teve como propósito aperfeiçoar o trabalho em equipe que já é desenvolvido com excelência pelos colaboradores da Rádio Educadora, emissora redentorista instalada em Coronel Fabriciano, município que fica na região metropolitana do Vale do Aço mineiro.\r\n\r\nAplicando o conceito do “Accountability” - termo sem tradução para a língua portuguesa, o consultor de Empresas, Ronan Delfim, de uma forma bem didática e dinâmica, apresentou para os participantes ideias fundamentais sobre a responsabilidade profissional e o engajamento no ambiente de trabalho.\r\n\r\nPara Christie Soares, responsável pelo departamento Comercial, o momento foi de aprendizagem: “É muito importante conhecermos nossas potencialidades e limites para oferecermos o melhor de nós para nossos clientes”. Já o locutor Roberto Nogueira acrescenta: “Nossa responsabilidade de informar com ética é muito grande, e quando estamos preparados, conseguimos fazer um trabalho de credibilidade para os ouvintes que ouvem a Rádio”.\r\n\r\nO diretor da Rádio Educadora, padre Evaldo César de Souza, C.Ss.R, também esteve presente acompanhando e participando do trabalho, que foi encerrado com um almoço de confraternização.\r\n\r\n<img class=\"alignnone size-medium wp-image-8196 aligncenter\" src=\"https://saosebastiaofabriciano.com.br/wp-content/uploads/2021/07/aa954004-73c5-4b6a-a72b-77f956b1ce25-311x233.jpg\" alt=\"\" width=\"311\" height=\"233\" /><img class=\"alignnone size-medium wp-image-8195 aligncenter\" src=\"https://saosebastiaofabriciano.com.br/wp-content/uploads/2021/07/73f86cc4-cf7f-4ec5-8d32-cc6a3d42d34c-311x233.jpg\" alt=\"\" width=\"311\" height=\"233\" /><img class=\"alignnone size-medium wp-image-8197 aligncenter\" src=\"https://saosebastiaofabriciano.com.br/wp-content/uploads/2021/07/b33b066b-b1e9-4c9e-917b-edfa9a5451c0-311x233.jpg\" alt=\"\" width=\"311\" height=\"233\" />","imagem":"https://saosebastiaofabriciano.com.br/wp-content/uploads/2021/07/reuniao.png","data_hora":"2021-07-19 08:44","categoria":"Notícias da Paróquia"},{"id":7816,"titulo":"Sagrado Coração de Jesus","descricao":"A Igreja Católica dedica o mês de junho ao Sagrado Coração de Jesus para que os fiéis venerem, honrem e imitem mais intensamente o amor generoso e fiel de Cristo por todas as pessoas.\r\n\r\nÉ um mês no qual se demonstra a Jesus, através das obras, o quanto o amam; correspondendo a seu grande amor demonstrado ao se entregar à morte por seus filhos, permanecendo na Eucaristia e ensinando o caminho para a vida eterna.\r\n\r\nSobre esta festa, o Papa Bento XVI afirmou que, “a contemplação do ‘lado transpassado pela lança’, na qual resplandece a vontade infinita de salvação por parte de Deus, não pode ser considerada, portanto, como uma forma passageira de culto ou de devoção: a adoração do amor de Deus, que encontrou no símbolo do ‘coração transpassado’ sua expressão histórico-devocional, continua sendo imprescindível para uma relação viva com Deus”.\r\n\r\nA devoção ao Coração de Jesus existe desde o início da Igreja, desde que se meditava no lado e no coração aberto do Senhor.\r\n\r\nConta a história que, em 16 de junho de 1675, o Filho de Deus apareceu a Santa Margarida Maria Alacoque e lhe mostrou seu Coração rodeado por chamas de amor, coroado por espinhos, com uma ferida aberta da qual brotava sague e, do interior do mesmo, saia uma cruz.\r\n\r\nSanta Margarida escutou o Senhor dizer: “Eis o Coração que tanto amou os homens, que não poupou nada até esgotar-Se e consumir-Se, para manifestar-lhes seu amor. 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